21
Ago 08

Não sei muito bem porquê, não ia a um parque aquático há quase uma década. E já que é para marcar um regresso, há que fazê-lo em grande estilo: no melhor parque aquático deste nosso Portugal: o Slide & Splash. Note-se, logo à partida, a precisão deste nome: slide e splash. Para não deixar dúvidas. Slide. Splash. Slide. Splash. Porque, afinal, é disso que se trata.

 

Escorregámos incessantemente das 10 da manhã às 6 da tarde e isto significa ter escorregado 17 vezes (sim, há aqui alguma paranóia neste relato mas que não me acompanha no meu dia-a-dia pelo que penso que não será motivo de alarme). Pouco mais de duas vezes por hora, se descontarmos o almoço. E isto porquê?

 

Filas.

 

Tudo se resume a filas que resultam de se juntar Agosto e Algarve. E estou-me a queixar? Longe de mim tal coisa. Foi maravilhoso. 17 belas descidas que valeram cada minuto de espera. Depois de uma escorregadela em cada um dos escorregas (tirando os de crianças, que nós somos pessoas adultas) escolhemos os nossos eleitos e repetimos tantas vezes quanto possível. Aqui fica o meu tão aguardado Top 3, para referência futura.

 

#1 BLACK HOLE

 

É basicamente um buraco negro por onde a pessoa se manda numa bóia para duas pessoas (caso contrário não me apanhavam lá).  E aquilo era toda uma envolvência. Saem gritos lancinantes de dentro do escorrega e a entrada, com quedas de água barulhentas e com dois túneis para a escuridão, impressiona. Não raras vezes vi pessoas ficarem por ali, que afinal não lhes estava a apetecer. 

 

Na primeira vez saí com as pernas a tremer - sim, que eu também tenho sentimentos -e pensei que não conseguisse sair da piscina sem os minutos de recobro. Valeu-me uma réstia de dignidade imposta por todos aqueles olhares. E lá saí.  

 

É o grande hit. Repetimos as vezes que conseguimos.

 

#2 BANZAI (ou mais elucidativamente, na lingua francesa, CONCORDE)

 

Aqui a pessoa deita-se em cima de um colchão, para escorregar mais depressa, e atira-se por um escorrega a direito e, claro, a descer, até atingir a água one vai a deslizar alguns metros, como quem faz body board.

 

É um belo stress a pessoa colocar-se em cima da prancha, porque aquela água toda puxa e a pessoa corre o risco de ir por ali abaixo antes de devidamente acomodada. Aconteceu, não comigo, que eu sou uma pessoa que sabe fazer as coisas. Mas vi acontecer.

 

Mas os dois/três segundos de descida compensam tudo.

 

#3 Pistas Brandas

 

Estas são aquelas que existem várias seguidas e que a pessoa vai por ali abaixo como quiser. Inlcusivamente a rebolar, como aconteceu a um senhor cujos calções não escorregavam bem.

 

E é isto. Belo dia de Verão.

publicado por ag às 00:59
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20
Ago 08

(spoilers)

 

Depois disto, assim vai a minha cabeça:

 

Só há cinco pessoas em quem confio e acho que são feitos de material diferente: o Sayid, o Sawyer, a Kate, o Locke e o Jack. Só estes sabem comportar-se como deve ser. Nos outros não se pode confiar muito. São mais fraquitos; têm medo. E bem sei que o Locke fez uma ou outra coisa estranha mas eu gosto dele desde o início e não estou para estar aqui a censurá-lo.

 

Aquele Desmond também me parece fiável, há que dizê-lo. E é a única nova personagem, por assim dizer, com quem simpatizo plenamente. A personagem do Santoro e da sua namorada foram duas belas secas. A do pai do Locke está perfeita de horrenda que é. Odeio aquele homem. E não gosto da Juliet nem um bocadinho. Sei que devia compreendê-la melhor mas não consigo.

 

O Ben. Parece-me um insecto, aquele homem, o que só abona para quem o escolheu para Ben. Sim senhor, o boneco está mesmo bem conseguido. E - estranheza das estranhezas - até simpatizo levemente com ele. É doido, que é, mas não consigo deixar de ter uma certa empatia.

 

E os flash-forwards. Huum. Não sei se vou gostar disso.

publicado por ag às 00:44

19
Ago 08

... que tenho uma profunda admiração por esta gente. São os meus heróis.

 

 

 

publicado por ag às 11:28

09
Ago 08

Assusto-me. Dou saltos com certas e determinadas coisas. Não solto um único som, nada desses disparates, mas estremeço que é uma coisa parva. Mas não estou só e isso é muito bom de saber.

 

Hoje, vi pelo youtube alguém que se queixava do tiro do sr. atirador (o do lado dos bons). Dizia ele fdx. ate eu me assustei com o tiro. sinceramente, k raio de ideia k este pessoal tem*. Eu entendo isto muito bem. Como entendo muito bem este panda, que isto a pessoa já não pode estar sossegada. E aqui, aqui é preciso notar que, em matéria de espirros estridentes, a minha longa exposição a esta modalidade de espirro em nada diminuiu a minha sensibilidade. Nadinha. Nem um isto.

 

Lembro-me de numa das minhas viagens de expresso, num desses dias de inverno cavernoso, quase cair do meu banco porque um homem, uns dois bancos à minha frente, resolveu assoar-se como se não houvesse amanhã e para entrar no céu fosse importante levar o narizinho bem desentupido. À custa desta brincadeira podia ter-me magoado a sério. E depois, depois queria ver como é que era.

 

As pessoas nisto não pensam. Qual quê. Isto é o da Joana.

 

*kloten0, chama-se assim a pessoa

publicado por ag às 00:58

08
Ago 08

 

publicado por ag às 17:55
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07
Ago 08

Gosto de pessoas confiantes. É que gosto mesmo.


"Agora, estou limpo, forte, concentradíssimo. Estou seguro nas saídas dos blocos e já não sou vulnerável às falsas partidas."


"E qual é o problema? Sou capaz. A marca está dentro do meu corpo e da minha cabeça. Estou preparado para arrasar, independentemente do que os outros possam correr. Dou-me bem com o calor."

 

Se o Mourinho corresse os 100 metros, não diria melhor.

 

 

publicado por ag às 20:13
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03
Ago 08

E quando digo isto, quero dizer isto.

 

E fiquei a saber que sou bipolar: muito tímida e muito extravagante, dizem-me eles.

 

 

 

E eles, atenção, eles são pessoas que dominam a arte da elaboração de testes. Veja-se como acrescentam que serei milionária dentro de um ano, informação que eu já detinha mas que eles, sem me conhecerem, não tinham meio de saber, assim, sem mais nem menos, do pé para a mão. Isto é gente que sabe. Se tiverem coragem, façam os testes.

 

 

 

 

via Certezas Hipotéticas

publicado por ag às 16:41
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02
Ago 08

Muitos estudos se fazem sobre gémeos. Tudo e mais alguma coisa. Ou melhor, tudo e mais alguma coisa excepto uma análise rigorosa sobre a sua empregabilidade. Preciso de corroborar uma tese de longa data da minha autoria e para a qual acho que as pessoas não estão devidamente sensibilizadas:

 

Os gémeos, os verdadeiros, têm sempre emprego. 

publicado por ag às 00:19

01
Ago 08

Uma das minhas resoluções de vida era retomar o visionamento dessa grande senhora da televisão que é a série Lost. Foi bonito de ouvir as aves do agoiro a rirem do meu intento. Não fiz caso. Estou, até, habituada a esse tipo de coisa. Fui frequentemente incitada a ver episódios mais avançados, sempre com base nessa pouca fé que em mim era depositada.

 

Pois serve o presente para informar que retomei, exactamente no ponto onde tinha ficado (um nadinha mais atrás, em boa verdade).

 

As impressões da primeira temporada (e dos quatro episódios que tinha visto da segunda) resumem-se a isto:

 

O Locke e o Sawyer são os maiores. O Jack é uma seca e a Kate, a Kate há ali qualquer coisa que não joga. O Michael detesto-o. O Hurley tem o seu quê. A Claire é um docinho. O Sayid (pois, não se escreve assim) é a confiança em pessoa. E aquela porto-riquenha (ou que raio ela é) era um par de estalos bem assentes.

 

Ah. E eu também carregaria no botão. Just in case.

 

Vamos lá ver o que dali vem.

publicado por ag às 00:39

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