09
Nov 08

Há qualquer coisa neste filme. Não tivesse eu coisas para fazer, que tenho e não são poucas, eu sei que não parece porque eu trago sempre este ar fresco e jovial, pronto, esta boa disposição que eu não sei ser de outra forma, desde que me lembro que sou assim, mas a verdade é que eu tenho uma vida que isto é sempre para cá e para lá, uma lufa-lufa constante, nem queiram saber o que para aqui vai de afazeres e de responsabilidades, mas dizia eu, não tivesse eu coisas para fazer, que como disse tenho e muitas até mas também não sou pessoa de agora começar para aqui a maçar as pessoas com a minha vida, não, não, nem pensar, a mim não me apanham nessa que isto cada um sabe de si e é mesmo assim, ninguém tem nada que ficar aborrecido com estas coisas, qual quê, não, nada disso, não ...eeeeh, mas, isto para quê?, pois, para dizer que agora não posso, que não me calha em caminho, mas, se pudesse - se pudesse - ia visionar novamente a película. Mas não posso, agora não posso e mais logo também não devo poder. Mas gostei muito. Bravo.

 

 

*Inicialmente escrevi Porcurado no título deste post e devo dizer que fiquei a olhar, achando que havia qualquer coisa que não estava bem. Mas não percebia o quê. Pro-cu-ra-do, repetia eu. Está bem. Deve ser impressão. Mas não era. Estava mal. Situação prontamente corrigida, mesmo antes de chegar aos leitores. Eficiência é o que isto se chama na gíria.

 

publicado por ag às 00:02

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