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Nov 08

O aspecto desprezível que os vilões do 007 adquirem é uma coisa que me fascina. Aquilo é gente normal, até ali, até àquele dia. E depois é o que se vê, aquele aspecto que todos sabemos, que a todos nos marca e perturba.

 

Com as Bond Girls a coisa não se dá tão espectacularmente. Mas dá-se, ainda que ao contrário.

 

Depois há o James Bond em si mesmo. Aqui a coisa atinge outras proporções. Fazer de duplo zero sete tem que ser o papel de uma vida. Defendo mesmo que a pessoa não possa largar a personagem, em saindo do estúdio. Bond uma vez, Bond para sempre. É pegar ou largar. E aqui não me apetece dizer mais nada senão que este Bond é O Bond.

 

 

 

 

 

 

Enfim. É tudo demasiado bom. Agora vou descansar.

 

 

 

 

publicado por ag às 08:40

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