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Ago 08

Uma das minhas resoluções de vida era retomar o visionamento dessa grande senhora da televisão que é a série Lost. Foi bonito de ouvir as aves do agoiro a rirem do meu intento. Não fiz caso. Estou, até, habituada a esse tipo de coisa. Fui frequentemente incitada a ver episódios mais avançados, sempre com base nessa pouca fé que em mim era depositada.

 

Pois serve o presente para informar que retomei, exactamente no ponto onde tinha ficado (um nadinha mais atrás, em boa verdade).

 

As impressões da primeira temporada (e dos quatro episódios que tinha visto da segunda) resumem-se a isto:

 

O Locke e o Sawyer são os maiores. O Jack é uma seca e a Kate, a Kate há ali qualquer coisa que não joga. O Michael detesto-o. O Hurley tem o seu quê. A Claire é um docinho. O Sayid (pois, não se escreve assim) é a confiança em pessoa. E aquela porto-riquenha (ou que raio ela é) era um par de estalos bem assentes.

 

Ah. E eu também carregaria no botão. Just in case.

 

Vamos lá ver o que dali vem.

publicado por ag às 00:39

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